A publicidade no cinema.

Vejá os 8 product placement mais memoráveis em filmes, segundo levantamento do Business Insider. Todos esses produtos tiveram um acréscimo de mais de 40% nas vendas.

1. BMW e James Bond

Custou 3 milhões de dólares para a BMW colocar seu Z3 Roadster no blockbuster 007 Contra GoldenEye em 1995.

A notícia de que o agente secreto trocou o seu clássico Aston Martin pelo Z3 correu o mundo. A montadora alemã viu o retorno de 240 milhões de dólares apenas em vendas antecipadas. Um mês depois da estréia do filme, foram mais de 9 mil encomendas do veículo.

Em 1999, a parceria repetiu-se com o modelo BMW Z8 (foto ao lado), no filme Um Outro Dia Para Morrer.

2. Chocolate Reese’s e ET

Ainda que não tenha pagado para aparecer no clássico dos anos 80, o chocolate americano Reese’s embolsou um aumento de 40% em suas vendas uma semana depois da estreia do sci-fi de Steven Spieberg , em 1982.

Também pudera: qualquer marca agradeceria se um pequeno e fofo ET fosse louco por seus doces. Elliot usou barras de Reese’s para atrair o alien numa trilha na floresta, logo no começo do longa.

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3. Ray Ban e Top Gun

Top Gun, de 1986, é um dos filmes militares de maior sucesso da história.

E de quebra ainda reeditou a parceria de Tom Cruise com a Ray Ban, dessa vez promovendo o atemporal modelo Aviador. Os óculos foram originalmente vistos em fotos do general Douglas MacArthur, e ele os usava quando as forças norte-americanas desembarcaram nas Filipinas durante a Segunda Guerra.

4. Etch-A-Sketch e Toy Story

O que poderia ser apenas mais alguns brinquedos na gangue de Woody e Buzz virou a melhor das notícias para a fabricante americana Ohio Art. Sua tela mágica Etch-A-Sketch viveu o impressionante aumento de 4.500% de vendas após a inclusão no filme.

O brinquedo Senhor Cabeça de Batata (Mr. Potatohead) teve suas vendas aumentadas em 800%. Logo depois do sucesso de vendas da empresa, eles realizaram uma campanha para afiliados, que se você se cadastrasse em um programa educacional dos EUA você estaria ajudando na educação de uma criança.

5. Talkboy e Esqueceram de Mim 2

Um dos dispositivos que ajudaram o garoto Kevin a salvar a pele quando ficou afastado dos pais pela segunda vez foi um gravador chamado Talkboy. A peça alcançou certo sucesso entre a audiência, mas o detalhe é que o dispositivo sequer existia de verdade na época.

Só um ano depois do filme a fabricante Tiger Eletronics tomou para si a tarefa e pôs no mercado um aparelho similar.

6. Suntory Whisky e Lost in Translation

Aclamado pela crítica, o longa de Sofia Coppola mostra o ator Bill Murray como um astro de cinema americano que viaja para Tóquio para gravar um comercial da marca de uísques Suntory. O longo tempo de tela recevido pela bebida rendeu à marca reconhecimento internacional, segundo o departamento de marketing da fabricante.

7. Pizza Hut e Quanto Mais Idiota Melhor

Entre pacotes de Doritos e caixas de Pizza Hut, a comédia de 1992 encontrou espaço para fazer piada com o conceito de “product placement”. Questionado se faria algum tipo de publicidade em seu programa de TV, o protagonista Wayne Campbell nega a possibilidade só para, na sequência, olhar para a câmera com ares de garoto-propaganda e abrir uma caixa de Pizza Hut.

8. Louis Vuitton e Sex and The City

A versão cinematográfica do seriado da HBO não teve pudores em promover 67 marcas.

Uma delas é a bolsa Motard Firebird da Louis Vuitton. Mas os campões de publicidade na tela foram, é claro, os sapatos-mania da protagonista Carrie, da grife Manolo Blahnik, e a estilista Vivienne Westwood, que assinou seu vestido de casamento.

 

Curiosidade sobre o filme Educação (2009)

O cinema é repleto de casos de brilharecos, pessoas que se destacam em determinado filme e logo em seguida desaparecem. Escolhas erradas, afastamento voluntário, incapacidade mesmo…

os motivos são diversos e, é claro, variam de caso a caso. O maior mérito de Educação, indicado a três Oscar incluindo o de melhor filme, é apresentar uma estrela em potencial: Carey Mulligan.

Não no sentido de astro, de arrastar multidões para o cinema, mas no conceito do que é verdadeiramente atuar.

Curioso é notar que Mulligan estava por aí, rondando em papéis menores, já há cinco anos. Ela era uma das irmãs Bennett de Orgulho e Preconceito e está também no elenco de apoio de Inimigos Públicos.

Sempre sem se destacar. Faltava um papel que lhe desse a oportunidade de exibir sua naturalidade, seu talento. Este é Jenny Carey. Uma adolescente de 16 anos (Mulligan tem 24) que anseia por deixar as garras da família, em especial as sufocantes de seu pai (Alfred Molina, exagerando na mesquinharia).

Jenny sonha em conhecer o mundo, adora lançar frases soltas em francês, é madura para sua idade e estuda, muito, para alcançar seu objetivo: entrar para Oxford. Até que David (Peter Sarsgaard) surge em sua vida.

Em vários filmes, atores passam por determinadas mudanças e as vezes essas mudanças podem demorar a voltar ao normal, no sentido da aparência.

De acordo com o DailyMail, a atriz Carey Mulligan travou uma dura batalha contra a perda de seus cabelos, danificados após as constantes agressões em prol de seus personagens no cinema.

A atriz, que tinha 25 anos na época, já foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz pelo filme Educação, ela tomou suplementos para estimular o crescimento de suas madeixas. Seu cabelo era longo antes de interpretar uma prostituta no filme Inimigos Públicos (2009) ao lado de Johnny Depp. Em 2010, ela adotou um corte mais curto para o filme Wall Street:

O Dinheiro Nunca Dorme. “Ela faria qualquer coisa para ter os cabelos longos e naturais novamente, mas ela não pode fazê-los crescer”, disse um amigo à publicação.

“Ela foi orientada a tomar pílulas por seis meses. Enquanto seu cabelo cresce devagar, mas seguramente, mas está tomando muito tempo e ela não sabe se vai recuperar sua confiança de volta até que fique feliz com ele”, acrescentou o amigo.

O caso repercutiu pelas redes sociais na época. Mais é claro atualmente ela conseguiu ter os cabelos do tamanho que ela queria. “Mais não foi fácil” disse ela.

 

 

Critica construtiva

Judah Ben Hur (Jack Huston) é um nobre judeu de Jerusalém. Ele prega uma convivência harmoniosa com os soldados de Roma, que cercam a cidade.

Cresceu ao lado do irmão adotivo Messala (Toby Kebbell), que tem origem romana e sofre por não ter as mesmas raízes da família que o acolheu.

Messala decide ir para Roma e se torna um importante comandante do exército de César.

Ele acaba voltando para Jerusalém e acabará em conflito com o irmão. Judah acaba acusado de traição e condenado à escravidão, e buscará uma forma de vingar seu nome e sua família.

Lembrando que esse filme, que tem um Tema Epico conquistou multidões e nada mais nada menos que 11 Oscas – Ben Hur (1959) – a terceira versão.

Neto do lendário diretor John Huston, Jack tem uma trajetória irregular e ainda não demonstrou talento e carisma suficientes para um papel como este. Ele realmente decepciona numa atuação “quero ser Russell Crowe em Gladiador”.

Quem também vai mal é Kebbell, numa performance inexpressiva e pouco convincente. Curiosamente, o ator conseguiu se sair muito melhor em filme em que atuou com o sistema de captura de movimentos, como Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos e Planeta dos Macacos: O Confronto.

O brasileiro Rodrigo Santoro assumiu a responsabilidade de interpretar Jesus Cristo e acaba dando um maior peso dramático ao longa.

O ator está bem em cena. Por mais que o personagem não seja protagonista na narrativa principal, acaba sendo o responsável por transmitir uma maior carga emocional à produção. Ele só é prejudicado – e muito – pela trilha sonora quase onipresente de Marco Beltrami.

Isso é evidenciado na primeira cena em que Santoro aparece. É só ele surgir na tela que a música sobe num tom solene e piegas. É clara a tentativa de forçar uma emoção no espectador. Algo que provavelmente surgiria de forma natural a partir das atuações em foco.

O elenco conta ainda com as presenças de Morgan Freeman, Nazanin Boniadi e Pilou Asbæk, que não comprometem. Freeman está bem, como de costume, mas no papel de sempre do mentor.

Ainda que não seja o personagem principal, Jesus é tratado pelo filme como figura-chave e a fé é uma das temáticas fortes da produção, assim como o perdão e a compreensão. Tais elementos não são bem inseridos no roteiro.

Ao final, a figura – neste caso literal – do Deus ex machina passa a ideia de que tudo visto antes pouco importou. A obra pega o caminho mais fácil.

O clássico de 1959 estrelado por Charlton Heston tem como ponto alto a cena de corrida de bigas.

Sabendo da responsabilidade de recriar a sequência, o novo longa investe pesado, chegando ao ponto de inserir flash fowards da cena em outros momentos na primeira metade da produção. E a cena ficou boa, com muita ação e bons efeitos.

 

Internet: O Filme – Um fracaço

Em fevereiro deste ano, estreou uma comedia brasileira intitulada: Internet: O filme.

A trama gira em torno de uma convenção em uma disputa pela fama, com direito a campeonato de Street Fighter. Claro que a ideia é brincar com a personalidade de cada um, com toques de humor.

O filme é repleto das pessoas mais famosas do YouTube. É claro que eu estou falando nos Youtubers.

A direção é do Filippo Capuzzi e o roteiro é de Rafinha Bastos, Dani Garuti e Mirna Nogueira, com os famosos Felipe Castanhari, Christian Figueiredo, Júlio Cocielo, Gusta Stockler, Cell Bit, Thaynara OG, Pathy dos Reis, Mauro Nakada, PC Siqueira, Cauê Moura, Cid Cidoso, Paulinho Serra e Maurício Meirelles. A narração fica por conta dos irmãos Piologo, do ParTOBA.

A história tem também participações especiais de Palmirinha, Mr. Catra, Raul Gil e dos irmãos Jefferson e Suellen Barbosa, do viralizado “Para Nossa Alegria”.

Após o sucesso em vendas de livros de youtubers, os criadores de conteúdo em vídeo partiram para o cinema em mega produções. O que começou em 2016, com o lançamento do filme Contrato Vitalício, do grupo Porta dos Fundos, passou pela participação de Kéfera em É Fada, pela versão cinematográfica do livro de Christian Figueiredo e chegou em Internet – O Filme, com os maiores nomes da atualidade no YouTube.

Dentro da indústria do cinema existem métricas para saber se um filme é bom e foi um sucesso. Entre elas estão as críticas, notas em plataformas oficiais e a principal: a quantidade de ingressos vendidos na primeira semana de estreia.

Na comparação entre as quatro produções, Internet – O Filme, foi sem sombra de dúvidas o pior.

Não chegou a vender na primeira semana nem o que o Porta dos Fundos vendeu, o que é problemático, já que o longa do grupo de comédia teve de ser retirado com antecedência de circulação por conta do baixo desempenho nas telonas. O que ainda não é o caso do filme do grande escalão do YouTube.

O filme biográfico de Christian Figueiredo também teve uma curta passagem pelos cinemas, porém, terminou a temporada levando meio milhão de pessoas para as salas de exibição do longa.

Já Kéfera, que foi atriz convidada na produção de Cris D’Amato, ficou mais de um mês em cartaz e alcançou 1.669.744 de pessoas.

As críticas também não pegaram leve com os filmes dos youtubers. No É Fada, muitos questionaram a qualidade de atuação de Kéfera, falaram que a atriz estava interpretando a si.

No Contrato Vitalício, o conteúdo pouco explorado, como se houvesse medo de ousar. Em Eu Fico Loko, foi falado que o filme era pouco original. Já em Internet – O Filme, poucos foram os aspectos elogiados.

No longa de Rafinha Bastos, que contou com nomes como Júlio Cocielo, T3ddy, Poladoful, Gusta Stockler, Castanhari, Pathy dos Reis, Thaynara OG, Cauê Moura, PC Siqueira, Cellbit e até Christian Figueiredo, houve YouTube demais dentro de um filme.

Ao contrário dos outros lançamentos, que contou com atores e comediantes profissionais, Internet – O Filme levou youtubers que estavam acostumados a fazerem apenas o papel de si mesmos, o que transformou o filme em um grande vídeo da internet.

O formato não trouxe novidade para audiência dos influenciadores, com o público pagando para consumir algo que já conhece e acompanha no YouTube. Outro erro do filme foi ter colocado censura para maiores de 14 anos.

O grande público de todos os youtubers que participaram são as crianças e pré-adolescentes. Além delas terem começado às aulas, muitas não puderam assistir ao filme por conta da limitação de idade, proveniente de palavrões que foram ditos. Segundo as críticas, os palavrões poderiam ter sido evitados.

No final, o filme que prometia movimentar milhões de pessoas, devido a quantidade de inscritos que cada youtuber tem, não movimentou nem 2% da audiência do canal de Júlio Cocielo, por exemplo. No final de tudo, o filme não ficou nem um mês nos cinemas.

 

THE GIVER

O trailer de adaptação para o cinema do diretor Phillip Noyce do romance best-seller “The Giver” é online. Jeff Bridges, Brenton Thwaites, Meryl Streep, Alexander Skarsgard, Katie Holmes, Cameron Monaghan, e Taylor Swift estrela na foto.

A história do assombro dos centros de doador sobre Jonas, que vive em uma aparentemente ideal, se incolor, mundo de conformidade e contentamento.Não até que ele é dado a sua missão de vida como o Receptor de memória que ele começar a entender os segredos escuros, complexas por trás de sua comunidade frágil. O filme é baseado no romance adulto amado jovem Lois Lowry com o mesmo nome, que foi o vencedor da Medalha de Newbury 1994 e já vendeu mais de 10 milhões de cópias no mundo todo.

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Esta história se passa em um mundo ideal, onde a humanidade não enfrenta guerras, doenças nem conflitos entre as pessoas. Mas um garoto aprenderá com um homem idoso sobre a dura rotina no mundo real.

“Num mundo perfeito há um segredo sombrio”, diz o vídeo divulgado pela produtora The Weinstein Company. A trama de O Doador é ambientada num futuro próximo, onde o governo erradicou a guerra, a maldade, a dor e tudo que há de ruim através de um sistema de lavagem cerebral que diminui a capacidade sentimental dos habitantes. As pessoas vivem uma vida pacífica, mas sem grandes emoções, sem nenhuma lembrança sobre como era o mundo anteriormente. O Doador (Bridges) é o responsável por guardar essas lembranças, sendo a pessoa mais sábia de sua vila. Jonas (Thwaites), o protagonista da história, é um adolescente que é escolhido para se tornar o próximo Doador. O processo de treinamento faz com que ele descubra segredos obsucuros e complexos que sustentam a sociedade.